17 de junho de 2026
Jaqueline: Fisioterapia integrativa e atendimento humanizado na AAPMM
Jaqueline é fisioterapeuta, nasceu em Itapira, interior de São Paulo, e construiu sua trajetória profissional atendendo pacientes de Mogi Mirim e região ao longo dos últimos anos. Formada em Fisioterapia pela UNIMEP (Universidade Metodista de Piracicaba) desde 2010, ela também possui especializações e formações em Pilates, patologias da coluna, dor orofacial e psicanálise junguiana.
Com mais de 15 anos de atuação, Jaqueline é especialista em dor crônica, reabilitação física e atendimento domiciliar. Sua abordagem integrativa une a fisioterapia e a psicanálise junguiana para tratar não apenas a dor física, mas também a raiz emocional que muitas vezes está por trás dela.
A profissional sempre valorizou um cuidado próximo, humano e individualizado, pois acredita que cada paciente carrega uma história única — e isso precisa ser considerado no processo de tratamento.
“Ao longo da minha trajetória, percebi que muitas dores não eram apenas físicas. Por isso, busquei aprofundar meus estudos para compreender o paciente de forma mais ampla, integrando corpo, emoções e qualidade de vida”, destaca Jaqueline.
A conexão entre o corpo e as emoções no tratamento da dor
Depois de acompanhar muitos pacientes que já haviam tentado diversos tratamentos sem melhora duradoura, Jaqueline começou a perceber algo em comum: muitas dores carregavam também ansiedade, sobrecarga emocional, tensão acumulada e histórias que nunca haviam sido olhadas com profundidade. Isso transformou completamente sua forma de trabalhar.
Hoje, seu atendimento une a fisioterapia — tratando a dor física já instalada — com a compreensão emocional através da psicanálise junguiana. Seu objetivo não é apenas aliviar sintomas temporariamente, mas ajudar o paciente a compreender por que o corpo continua adoecendo.
Ela atua exclusivamente com atendimento domiciliar justamente para oferecer um cuidado mais próximo, individualizado e atento à realidade de cada pessoa. Essa abordagem tem feito a diferença principalmente em pacientes com dores crônicas, limitações físicas e pessoas que perderam a esperança após passarem por múltiplos tratamentos sem resultado.
A transformação além do sintoma físico
Jaqueline conta que sempre foi apaixonada por cuidar de pessoas, mas sua visão sobre a dor mudou quando começou a perceber o quanto o corpo expressa emoções que foram silenciadas por muito tempo. Ansiedade, excesso de responsabilidades, relações difíceis, autocobrança e sofrimento emocional frequentemente aparecem no corpo em forma de dores, tensões e limitações. Foi essa compreensão que a levou a aprofundar seus estudos e integrar o emocional ao tratamento físico.
Para ela, o mais gratificante é ver seus pacientes recuperando o movimento, a autonomia, a autoestima e a qualidade de vida após anos convivendo com dores e limitações. Muitos chegam emocionalmente cansados, desacreditados e sem expectativa de melhora.
É emocionante notar a transformação que acontece quando o paciente finalmente se sente ouvido, acolhido e compreendido além do sintoma físico. Ver alguém voltar a dormir melhor, diminuir as crises de dor e recuperar a vontade de viver a própria vida novamente é algo que não tem preço.
Retorno à Associação dos Aposentados e Pensionistas de Mogi Mirim (AAPMM)
Sua relação com a Associação dos Aposentados e Pensionistas de Mogi Mirim (AAPMM) começou em 2018, quando teve a oportunidade de acompanhar diversos pacientes e criar um vínculo muito especial com a instituição.
Agora, Jaqueline está retornando e trazendo uma abordagem ainda mais humanizada e integrativa, especialmente voltada para pessoas que convivem com dor crônica, dificuldades de mobilidade e limitações que impactam diretamente a qualidade de vida. Seu trabalho busca unir a reabilitação física com a compreensão emocional. Quando tratamos apenas o sintoma, o alívio costuma ser temporário; mas quando compreendemos também a raiz emocional, os resultados podem ser mais profundos e duradouros.
Enquanto a fisioterapia trata a dor instalada no corpo, a psicanálise junguiana ajuda o paciente a compreender padrões emocionais e relacionais que sustentam aquele sofrimento há anos.
Os atendimentos na AAPMM acontecerão às quartas-feiras pela manhã.
“Minha própria trajetória transformou minha forma de compreender a dor. Foi através do autoconhecimento e da compreensão emocional que percebi o quanto corpo e mente estão profundamente conectados — e hoje levo esse olhar para cada paciente que atendo”, frisou Jaqueline.











