• HOMEpágina inicial
  • ASSOCIE-SEconheça os benefícios
  • JORNALfique atualizado
    • NOTÍCIAS
    • JORNAL FLOR DA IDADE
    • Sorteio do Bolo
    • PERFIL
    • PARCEIROS
  • VIAGENSdiversão garantida
    • AGENDA DE VIAGENS
    • FOTOS DE VIAGENS
  • CONTATOfale conosco

Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério

Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério
17 de junho de 2026

Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério

Ministério da Saúde rebate informações falsas nas redes sociais

O Ministério da Saúde alertou que mensagens que circulam nas redes sociais voltaram a espalhar desinformação sobre vacinas. O alvo da vez, segundo a pasta, é a vacina contra a gripe.

“Publicações afirmam, sem qualquer base científica, que o imunizante aumentaria o risco de contrair a própria gripe. A informação é falsa”, rebateu o ministério em nota.

A pasta destacou que a vacina contra a gripe produzida no Brasil pelo Instituto Butantan apresenta eficácia comprovada na prevenção de hospitalizações e mortes, sobretudo entre grupos mais vulneráveis, como crianças pequenas e pessoas com 60 anos de idade ou mais.

A dose contra a gripe disponível via Sistema Único de Saúde (SUS) é a Influenza trivalente, indicada para prevenir quadros clínicos graves, complicações, internações e óbitos causados pelo vírus.

“O imunizante é recomendado pelo Ministério da Saúde, pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e segue as orientações internacionais. Tanto a OMS quanto a agência reguladora dos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA), recomendam o uso de vacinas trivalentes”, reforçou o ministério.

Boatos e mitos sobre a vacina da Influenza

No comunicado, a pasta ressaltou que a vacina da gripe é produzida com vírus inativados, fragmentados e purificados, não sendo capaz de provocar a doença em quem é imunizado.

“Logo, é falso afirmar que a vacina causa gripe mais forte ou aumenta o risco de infecção”, afirma.

Um dos fatores que contribuem para a confusão, segundo o ministério, é o fato de que o vírus influenza circula com mais intensidade no outono e no inverno, período em que também aumentam os casos de outras viroses respiratórias, como parainfluenza, covid-19, vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus.

“Pessoas vacinadas podem ser infectadas por outros vírus respiratórios no mesmo período e apresentar sintomas semelhantes aos da gripe, o que pode gerar a falsa impressão de que a vacina não funcionou”, esclarece a pasta.

“Na prática, a imunização reduz a chance de desenvolver sintomas graves e diminui significativamente o risco de internações e morte”, alerta o ministério.

Campanha de Vacinação Nacional

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza já começou e segue até o dia 30 de maio nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste.

Podem receber a dose grupos prioritários que incluem:

  • Idosos e crianças de 6 meses a menores de 6 anos;
  • Gestantes e trabalhadores da saúde;
  • Professores e pessoas com comorbidades;
  • Pessoas com deficiência e forças de segurança;
  • Caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo, entre outros públicos classificados mais vulneráveis.

Balanço recente divulgado pelo ministério indica que, desde o início da mobilização, mais de 2,3 milhões de doses foram distribuídas no país.

“A vacinação anual é fundamental porque a composição da vacina é atualizada a cada ano, conforme orientações da OMS, para acompanhar as cepas mais prevalentes”, explica o ministério.

Reforço na vigilância epidemiológica e o subclado K

A pasta informou ainda que reforçou a vigilância da Influenza A (H3N2), especialmente do subclado K, que vem sendo frequentemente registrada em países da América do Norte, como Estados Unidos e Canadá.

No Brasil, até o momento, foram identificados apenas quatro casos do subclado K. As análises foram conduzidas por laboratórios de referência nacional, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Adolfo Lutz, seguindo protocolos rigorosos de vigilância.

“A vigilância da Influenza inclui monitoramento contínuo de casos de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave (SRAG), diagnóstico precoce, investigação de eventos incomuns e fortalecimento do acesso à vacinação e a antivirais”, destacou o ministério.

“A vacina contra a gripe não aumenta o risco da doença, ela salva vidas. Aderir à imunização é a forma mais eficaz de proteger a si mesmo e aos mais vulneráveis, reduzindo internações e evitando mortes”, garante o ministério.

“Não espalhe desinformação”.

Fonte: Agência Brasil

Compartilhe
Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp E-mail
Postagens Recentes
Receita de Canja de Galinha Rápida na Panela de Pressão

17 de junho de 2026

Receita de Canja de Galinha Rápida na Panela de Pressão

Como fazer Caldo Verde Tradicional com Calabresa e Bacon

17 de junho de 2026

Como fazer Caldo Verde Tradicional com Calabresa e Bacon

Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério

17 de junho de 2026

Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério

Perfil: Jaqueline Alves da Silva

17 de junho de 2026

Perfil: Jaqueline Alves da Silva

Clima instável reduz defesas e pode agravar crises respiratórias

17 de junho de 2026

Clima instável reduz defesas e pode agravar crises respiratórias

Encontre-nos no Facebook
Próximas Viagens
Aparecida – SP

Aparecida – SP

MERCADÃO/ 25 DE MARÇO

MERCADÃO/ 25 DE MARÇO

MARIA FUMAÇA/ JAGUARIÚNA SP

MARIA FUMAÇA/ JAGUARIÚNA SP

SÃO LOURENÇO – MG – 2026

SÃO LOURENÇO – MG – 2026

CALDAS NOVAS – GO – 2026

CALDAS NOVAS – GO – 2026

Bertioga – SP

Bertioga – SP

Topo
  • Diretoria
  • Convênios
  • Assessoria Jurídica
© 2026 — Todos os direitos reservados